24ª Festa do Imigrante em São Paulo – “Reencontre suas Raízes”

Todo ano o Museu Memorial do Imigrante realiza a Festa do Imigrante, um tradicional evento da cidade de São Paulo,  que reúne o melhor da gastronomia, artesanato e folclores de diversos países.

Segundo os organizadores do evento, o objetivo da festa é colocar o visitante em contato com as diferentes nações que ajudaram a formar a cultura e gastronomia do território paulista.

Em 2019 foi realizada a 24º Festa do Imigrante que teve o tema “Reencontre suas Raízes”. A festa aconteceu nos dias 2, 8 e 9 de junho e contou com 58 expositores de alimentação, 29 de artesanato e 48 grupos artísticos. Eu fui conferir o evento no domingo do dia 09 de junho.

FOLCLORE

Como todo ano, a festa teve apresentações de danças típicas de vários países. Eu assisti várias, mas como me encanto pela cultura escocesa, fui conferir de perto a apresentação do Grupo St. Andrew Society Pipes e Drums. Também assisti o Conjunto Chile Lindo e a Cia de Dança Alegria Cigana (Espanha). Todos com apresentações lindas.

Outra parte legal da festa foram os “Workshops de Dança”. Há diversos ritmos para o público interagir e aprender. No domingo do dia 02 teve o “Bailinho da Madeira”, ministrado pelo Folclore e Etnografia região autônoma da Ilha da Madeira. Mas, no domingo, do dia 09, dia que eu estava presente pude ver 4 workshops, mas dentre eles destaco “Um Grito pela Grécia”, do Grupo Zorbás e Arte da Dança Grega. Achei fantástica, porque adoro

GASTRONOMIA

Além disso, conferi as várias barracas montadas ao longo do pátio do memorial, onde estavam sendo vendidas iguarias deliciosas das diferentes nações. Fiquei com vontade de comer tudo, mas como tinha que escolher um, optei por ir na Barraca da Noruega comer um delicioso sanduíche de salmão defumado, marinado com caviar preto. Estava simplesmente divino.

Mas, gente!!! Olha essa Paella, da Barraca da Espanha. Não deu água na boca?? Realmente tem culinária para todos os gostos.



O Projeto “Sabor Paulista” realizou 18 oficinas durante os três dias do evento. Sem dúvida, as oficinas de culinária é uma ótima pedida para quem se interessa em aprender mais sobre novas receitas. Posso destacar o Bolo Preto (doce) dado por Maria Sardinha (G.F.C Ilha da Madeira).

https://www.facebook.com/feramadeira/photos/a.1505648466135260/2491852707514826/?type=3&theater

Além disso, também teve a parte do Empório, que foi um dos diferenciais do evento de 2018 e que permaneceu em 2019. Ao todo foram 15 expositores que apresentaram seus quitutes, a maior parte deles produzidas artesanalmente. Era possível provar na hora ou levar para casa. Sem dúvida, comprei uma Inca Kola, refrigerante típico do Peru que eu adoro (do expositor El Mercadito Peruano).  Lá também estava o Mercado Viking vendendo o delicioso hidromel, entre outros.

ARTESANATO

Além da oficina culinária, durante os três dias, também tiveram diversas Oficinas de Artesanato. No dia que eu estava lá, além do Bordado da Madeira, ministrado pela Maria Sardinha e Colaboradores, houve também o de Caligrafía Árabe, ministrado por Salim Mhanna, da Palestina.  Eu confesso que não fiquei em nenhum, porque não sou muito boa nisso. Aprendi escrever meu nome em árabe em outra época, poderia ter ido confirmar, mas não fui 😦

Eu como gosto de levar para casa uma pequena lembrança, não pude deixar de visitar a Feira de Artesanato, com os artigos produzidos pelas diversas comunidades de imigrantes.  Tinham várias e eu queria comprar tudo. Vejam só o capricho dessas bonecas da barraca da Lituânia. Trouxe uma meia da Ilha da Madeira (para lembrar um pouco de minhas origens).

O Memorial do Imigrante não fica aberto nesse dia para visitação, mas além do passeio de Maria Fumaça, também pude ver uma exposição com alguns documentos, objetos antigos e fotografias de diversos estrangeiros que imigraram para o Brasil.

Para as crianças, o evento promoveu  um ambiente diferente: o Espaço Faz e Conta. Por meio de contação de histórias, realizadas as 12h00 e as 15h00, nos três dias, as crianças aprenderam mais sobre o tema da imigração.

A festa esse ano também trouxe recursos de acessibilidade (audiodescrição, tradução em libras, além do folder em braille que estavam disponíveis na bilheteria).

DICAS

O preço esse ano foi de R$ 10,00 (meia entrada 5,00). Há também duas filas, uma própria para quem paga meia.

É necessário comprar (em diversos guichês espalhados pelo pátio) um cartão (custa 5,00) onde é possível colocar um valor que você utilizará durante o evento para compras diversas. Nas barracas gastronômicas e de artesanatos só é possível comprar com esse cartão do evento. No final do evento devolvemos esse cartão em um dos guichês, onde há a devolução do 5,00 pré-depositados no início. ** Particularmente achei ruim, pois toda hora tinha que ficar enfrentando uma fila para poder recarregar o cartão, acho mais prático se todos pudessem pagar com cartão de crédito ou débito diretamente nas barracas.

A festa acontece das 10h00 as 17h30. ** Recomendo chegar mais cedo, pois após o almoço quase que é impossível transitar pela área gastronômica.

Não deixem de conferir as próximas festas.

LOCALIZAÇÃO

Memorial do Imigrante
Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca
www.memorialdoimigrante.sp.gov.br
museudaimigracao@museudaimigracao.org.br

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Viagens Transformadoras – Turismo by O que vi Pelo Mundo

No dia 29 de setembro de 2018 fui convidada para assistir um evento sobre turismo na Unibes Cultural. Endereço: Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré, São Paulo.

O evento: Turismo by O Que Vi Pelo Mundo iniciou as 19h00 com uma gostosa degustação e as 20h00, o jornalista Paulo Panayotis recebeu três excelentes convidados para um papo mega descontraído sobre VIAGENS TRANSFORMADORAS.

Malcolm Griffiths, diretor Brasil do VisitBritain, falou bastante sobre viagens ao Reino Unido. Tive o prazer de relembrar minhas viagens para Escócia, bem como para Bath, que foram citadas na palestra.

Cristiane Cury, diretora do Brasil da Indo Asia Tours, falou bastante de suas experiências na Índia e no Butão, que certamente, me deixou com vontade de planejar, em breve, uma viagem para esses países.

Cristianne Coelho, diretora América do Sul do The BrandoHidden Doorways, falou sobre a Polinésia Francesa e sobre o Resort The Brando. Sem dúvida, um sonho de consumo. Quem sabe um dia!!!

O evento contou com a participação da platéia nos debates, bem como, realizando perguntas aos convidados.

Antes do encerramento as 22h00, ainda houve sorteios de “presentes transformadores”. Eu, por incrível que pareça,  fui sorteada pela Christiane Chabes, diretora na empresa CC Hotels e ganhei lembranças de Chamonix Mont-Blanc. Fiquei super feliz, pois foi uma viagem que fiz em maio de 2017.

E pensando sobre o tema Viagens Transformadoras. O que é isso? De acordo com o Conselho de Viagens Transformacional (TTC), viagens transformadoras são experiências de viagens que capacitam as pessoas a fazerem mudanças significativas e duradouras em sua vida.

Para mim são experiências vividas e que através da auto reflexão nos trazem uma lição quando voltamos a nossa “vida real”.

Acredito que toda viagem tem o poder de transformar, não importa para onde você vá ou por quanto tempo fica, mas a  transformação pessoal, sem dúvida é um resultado de uma viagem bem vivida e da magia que cada um experiencia os pequenos detalhes de cada viagem.

FUI VIAJAR UMA PESSOA E VOLTEI OUTRA.

Viajar sozinha pela primeira vez, me fez conviver com outras culturas e costumes, conhecer pessoas incríveis, fazer coisas de forma diferente que eu faço no meu dia a dia, vivenciar situações inesperadas, resolver perrengues.

Com o desconhecido me senti mais corajosa, interessada, viva e principalmente livre. Abriu minha mente e permitiu o contato comigo mesma, gerando o auto conhecimento.

Viajar sozinha me trouxe novos amigos que mudaram minha vida para melhor. Trouxe risos, choros, mas acima de tudo, me trouxe aceitação.

O aspecto “mudança de vida” da viagem aconteceu para mim após a primeira viagem sozinha, porém não apenas em uma, mas ao longo de todas que fiz.

Aprendi a me virar sozinha, as fazer minhas escolhas, a ser mais segura de mim. Diminuiu meus medos, me fez mais decidida e ser menos autocrítica. Gostar de estar sozinha comigo e de minha liberdade.

Portanto acho que viajar e se transformar depende do momento que em que se vive, bem como também estar aberto para isso. Se você busca sentir isso, saia da sua zona de conforto e caia no mundo. Viva para não se arrepender no final.

Quem quiser saber o que aconteceu no evento, clique no link a seguir e assista o vídeo inteiro: https://www.youtube.com/watch?v=VwhIDXKUxS8

Fonte:
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