Serra Catarinense: bons vinhos e belas paisagens

Tratando-se de vinhos, o novíssimo mundo é a Serra Catarinense.

Cada vez mais, os vinhos finos e espumantes produzidos no terroir de altitude de Santa Catarina estão conquistando qualidade, apreciadores e fama internacional. O enoturismo também vem ganhando força nesta região, atraindo visitantes para experiências enogastronômicas repletas de novas sensações. Continuar lendo

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Excursão Lagoa Glaciar (Jökulsárlón)!! Uma das mais belas da Islândia.

Essa excursão é uma das mais longas que a Bus Travel Iceland faz, mas certamente vale a pena.

O tour começa com o serviço de transporte que pega os passageiros em alguns hotéis ou nas paradas. No meu caso, como tinha mudado de hotel e estava no City Center Hotel, o local de encontro foi a parada número 3 . Esse passeio foi realizado com um ônibus grande e não precisei apresentar o voucher, pois o motorista já tinha meu nome completo.

https://www.thekatieshowblog.com/iceland-as-a-solo-female-traveler/

O passeio iniciou-se as 07h00 com destino ao Parque Nacional de Vatnajökull onde está localizada a Lagoa Jökulsárlón.

A primeira parada foi na incrível Cachoeira Seljalandsfoss, que tem 60 metros de altura e é uma das mais conhecidas da Islândia. No post do Southern Iceland Tour, escrevi um pouco sobre ela e fiz um vídeo onde foi possível caminhar por trás dela.

A cachoeira é alimentada pelo famoso vulcão Eyjafjallajokull, um vulcão glaciar de 1651 metros de alturas que se tornou famoso em 2010 quando entrou em erupção e jogou uma enorme quantidade de cinzas no ar, fechando o tráfego aéreo em muitos países da Europa. Ele pode ser visto a partir do anel viário e vale a pena uma parada para fotografá-lo.

Na cidade de Hvolsvöllur há um centro de visitantes do vulcão, que se concentra na experiência de uma família cuja fazenda (Fazenda Þorvaldseyri) foi uma das muitas destruídas pelas enchentes, lavas e cinzas do vulcão.

https://nats.aero/blog/2015/04/five-years-on-from-the-ash-cloud-crisis-whats-changed/

A segunda parada foi Eldhraun, o campo de lava de fogo. Este campo foi criado pelo fluxo de lava durante a erução do Lakagígar que durou de 1783 a 1784.

O campo de lava sólido tem 565 Km² e está localizado perto da vila de Kirkjubæjarklaustur. Todo o campo de lava é coberto por uma espessa camada de musgo que faz com que pareça completamente sobrenatural.

A terceira parada foi em Skeiðarársandur, uma vasta extensão de areia gerada pelo transporte de escombros pelos rios Skeiðará e outros, cujo fluxo é gerado pelo glaciar Skeiðarárjökul.  A área situa-se entre a montanha Lómagnúpur a oeste e Skaftafell a leste e cobre cerca de 600 km².

A seção do anel viário que atravessa Skeiðarársandur foi à última parte da rodovia a ser construída em 1974, mas no final de 1996, as três pontes foram arrastadas pela erupção de Grímsvötn. Lá vimos o memorial de vigas de ponte retorcidas e uma placa de informações.

De lá conseguimos avistar Hvannadalshnúkur, o pico mais alto da Islândia (2200 metros) na borda noroeste do vulcão Öræfajökull, que faz parte do Parque Nacional de Skaftafell. Esse pico é em forma de pirâmide e fica coberto de gelo ao longo do ano.

O parque é um local popular para atividades como caminhadas nas geleiras. Há o centro de visitantes em Skaftafell que funciona como um ponto de encontro para os operadores turísticos. O centro contém informações sobre o local, sobre as trilhas, opções de lazer e acomodações.

Partimos então para o nosso próximo destino que é a própria Lagoa Jökulsárlón que está localizada na parte sudeste da Islândia.

As vistas da Rota1 são inacreditavelmente lindas.

A lagoa tornou-se oficialmente uma reserva natural e parte do Parque Nacional de Vatnajökull em 2017. O Parque tem uma área de 14.141 km², sendo o 2º maior parque nacional da Europa.

O volume do glaciar Vatnajökull atingiu seu pico por volta de 1930, embora esteja diminuindo rapidamente devido à mudança climática. Se os níveis de temperatura continuarem a subir, a geleira pode chegar ao fim do próximo século.

Um dos marcos mais visitados no parque também é a Lagoa Glaciar Jökulsárlón, que fica na base do glaciar Breiðamerkurjökull. A palavra Jökulsárlón significa “lagoa fluvial glacial”.

A lagoa é alimentada pelo glaciar Vatnajökull, a maior calota de gelo entre o Ártico e a Antártida que cobre 8% da Islândia. É imperdível e está na lista de viagens da Lonely Planet.

Jökulsárlón foi cenário para quatro filmes de Hollywood : “A View to a Kill” eDie Another Day”, ambos da série James Bond, “Lara Croft: Tomb Raider” e “Batman Begins”, bem como a série “Game of Thornes”.

Tem uma profundidade de 250 metros e mede cerca de 20 km². Devido ao forte derretimento das geleiras, a lagoa tem dobrado de tamanho desde 1970. Com isso é considerada o lago mais profundo e o maior lago glacial da Islândia.

Os maiores icebergs podem ter até 20 a 30 metros de altura. Esses icebergs são compostos de gelo com mais de 1.000 anos de idade.

Os icebergs podem ser azul turquesa, brancos leitosos ou transparentes. A cor dele depende da sua textura.

O que torna Jökulsárlón tão singular é que seus icebergs têm listras pretas bizarras. As  camadas negras e espessas vêm de antigos eventos vulcânicos. Cada camada pode representar uma violenta erupção vulcânica.

A lagoa é aberta para o mar e contém uma mistura de sal e água doce, dando-lhe uma cor verde-azulada única.

Os icebergs que se desprendem da geleira, ficam flutuando e lentamente se movem em direção ao Oceano Atlântico. Isso cria uma visão maravilhosa do local.

Lá há um lugar pequeno para alimentação e compras de souvenirs. Comprei alguns cartões postais da região.  🙂

Há passeios de caiaque ou barco no verão. No inverno pode-se pegar o Barco Anfíbio para visitar a maravilha natural da lagoa por dentro. A bordo do barco o guia contará tudo sobre a história e os fatos relacionados a este lugar.

Quando realmente chegam ao mar, as ondas continuam empurrando os Icebergs, para trás, quebrando-os em espaços menores. Eles acabam sendo arrastados para praia, decorando a areia negra ao longo de centenas de metros.

O lugar onde são levados é chamado de Praia de Breidamerkursandur, a famosa Diamond Beach, que está a 1 km da lagoa.

A areia negra contrasta com a cor azul cristalina dos pequenos icebergs tornando esse lugar extremamente belo. É a atração natural mais fotografada da Islândia.  E eu não pude deixar de fotografar lá também.

Tem os passeios na caverna de gelo na região, que eu não fiz. O mais famoso é o Blue Ice Cave. Essas cavernas de gelo são formadas pela interação da temperatura do ar, do gelo e da água derretida glacial.  São temporárias, porque se formam no outono e se fundem na primavera, portanto elas variam muito de ano para ano.

https://dissolve.com/stock-photo/View-inside-ice-cave-under-Vatnajokull-Glacier-rights-managed-image/102-D246-40-106

Apenas uma hora da praia de Diamond Beach está Höfn, uma cidade pesqueira de pouco mais de 2.000 pessoas. O nome Höfn significa porto e diferentemente do resto do país, este trecho é praiano e plano. Porém não paramos lá, seguimos direto, voltando para Reykjavik onde tivemos uma parada na região de Vík í Mýrdal, onde está localizado o ICEWEAR MAGASÍN.

Dicas de segurança:

1) Não tentar nadar na lagoa ou no mar. A água é extremamente fria durante todo o ano todo e pode causar hipotermia em apenas alguns minutos.

2) Nunca pisar no gelo. Os icebergs podem desmoronar a qualquer momento. Mesmo durante o inverno mais frio, a lagoa pode não congelar o suficiente para que seja seguro pisar nela, já que a água da lagoa é misturada com água salgada do mar. Às vezes, quando a neve cobre as margens, é difícil ver onde a água começa e a terra termina.

O que levar:
– Roupas quentes e a prova d’água e bota resistente
– Comida, pois não paramos em muitos locais e é um passeio bem longo.

O dia estava frio e chuvoso, mas deu para aproveitar. Pena que com o céu cinzento as fotos não ficam lindas e não dá para retratar toda a beleza do lugar.

Apesar do passeio ser longo, com duração de 14 horas, o nosso guia Pétur Eggerz nos manteve entretidos, contando diversas particularidades sobre o lugares que passamos e sobre a Islândia como um todo, como por exemplo que não existe mosquito na Islândia, que contei no seguinte post. E o motorista Bjarni Emil Kristinsson, super gentil e educado. Ambos foram muito legais e simpáticos e durante todo passeio interagiram conosco, 🙂 Ônibus extremamente confortável, com Wi-Fi gratuito.

Uma das melhores experiências que tive. A Islândia é definitivamente uma visita obrigatória. O passeio foi incrível, Diamond Beach e Glacier Lagoon são algo que eu nunca vou esquecer. Super recomendo o passeio!!

Fonte: 
https://guidetoiceland.is/travel-iceland/drive/vatnajokull
https://en.wikipedia.org/wiki/Jokulsarlon
https://en.wikipedia.org/wiki/Vatnajokull
https://www.extremeiceland.is/en/destinations/jokulsarlon-glacier-lagoon

Passeio relaxante na Blue Lagoon – O SPA geotérmico da Islândia.

Blue Lagoon ou Bláa Lónið, em islandês, é um SPA geotérmico no sudoeste da Islândia. A lagoa é artificial e foi criada acidentalmente pela Usina Svartsengi, localizada nas proximidades, em 1976. Desde então se tornou um uma das atrações mais famosas, visitadas e imperdíveis do país. A National Geographic já a classificou como uma das 25 maiores maravilhas do mundo. Continuar lendo

6 dias na Islândia. O que conhecer?

A Islândia é a 18ª maior ilha do mundo depois da Grã Bretanha e a 2ª maior ilha da Europa. Está localizada no Atlântico Norte. O país está totalmente ao sul do círculo polar ártico e faz parte dos cinco países nórdicos.

O país vizinho mais próximo é a Groenlândia, com apenas 286 km, seguindo pelas Ilhas do Faroe, com 420 km, Escócia com 795 km e Noruega com 950 km de distância.
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Viagens Transformadoras – Turismo by O que vi Pelo Mundo

No dia 29 de setembro de 2018 fui convidada para assistir um evento sobre turismo na Unibes Cultural. Endereço: Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré, São Paulo.

O evento: Turismo by O Que Vi Pelo Mundo iniciou as 19h00 com uma gostosa degustação e as 20h00, o jornalista Paulo Panayotis recebeu três excelentes convidados para um papo mega descontraído sobre VIAGENS TRANSFORMADORAS.

Malcolm Griffiths, diretor Brasil do VisitBritain, falou bastante sobre viagens ao Reino Unido. Tive o prazer de relembrar minhas viagens para Escócia, bem como para Bath, que foram citadas na palestra.

Cristiane Cury, diretora do Brasil da Indo Asia Tours, falou bastante de suas experiências na Índia e no Butão, que certamente, me deixou com vontade de planejar, em breve, uma viagem para esses países.

Cristianne Coelho, diretora América do Sul do The BrandoHidden Doorways, falou sobre a Polinésia Francesa e sobre o Resort The Brando. Sem dúvida, um sonho de consumo. Quem sabe um dia!!!

O evento contou com a participação da platéia nos debates, bem como, realizando perguntas aos convidados.

Antes do encerramento as 22h00, ainda houve sorteios de “presentes transformadores”. Eu, por incrível que pareça,  fui sorteada pela Christiane Chabes, diretora na empresa CC Hotels e ganhei lembranças de Chamonix Mont-Blanc. Fiquei super feliz, pois foi uma viagem que fiz em maio de 2017.

E pensando sobre o tema Viagens Transformadoras. O que é isso? De acordo com o Conselho de Viagens Transformacional (TTC), viagens transformadoras são experiências de viagens que capacitam as pessoas a fazerem mudanças significativas e duradouras em sua vida.

Para mim são experiências vividas e que através da auto reflexão nos trazem uma lição quando voltamos a nossa “vida real”.

Acredito que toda viagem tem o poder de transformar, não importa para onde você vá ou por quanto tempo fica, mas a  transformação pessoal, sem dúvida é um resultado de uma viagem bem vivida e da magia que cada um experiencia os pequenos detalhes de cada viagem.

FUI VIAJAR UMA PESSOA E VOLTEI OUTRA.

Viajar sozinha pela primeira vez, me fez conviver com outras culturas e costumes, conhecer pessoas incríveis, fazer coisas de forma diferente que eu faço no meu dia a dia, vivenciar situações inesperadas, resolver perrengues.

Com o desconhecido me senti mais corajosa, interessada, viva e principalmente livre. Abriu minha mente e permitiu o contato comigo mesma, gerando o auto conhecimento.

Viajar sozinha me trouxe novos amigos que mudaram minha vida para melhor. Trouxe risos, choros, mas acima de tudo, me trouxe aceitação.

O aspecto “mudança de vida” da viagem aconteceu para mim após a primeira viagem sozinha, porém não apenas em uma, mas ao longo de todas que fiz.

Aprendi a me virar sozinha, as fazer minhas escolhas, a ser mais segura de mim. Diminuiu meus medos, me fez mais decidida e ser menos autocrítica. Gostar de estar sozinha comigo e de minha liberdade.

Portanto acho que viajar e se transformar depende do momento que em que se vive, bem como também estar aberto para isso. Se você busca sentir isso, saia da sua zona de conforto e caia no mundo. Viva para não se arrepender no final.

Quem quiser saber o que aconteceu no evento, clique no link a seguir e assista o vídeo inteiro: https://www.youtube.com/watch?v=VwhIDXKUxS8

Fonte:
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