Um tour pela Atlantic Road, a belíssima estrada do Atlântico, na Noruega.

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A Estrada do Atlântico é conhecida como a “Estrada no Oceano” e é considerada, pelo jornal Britânico Guardian, como a melhor viagem do mundo.

Ela foi aberta em 7 de julho de 1989. É preservada como patrimônio cultural e classificada como Rota Turística Nacional. A Atlantic Road foi eleita “Construção Norueguesa do Século” em 27 de setembro de 2005 e atualmente é a segunda estrada cênica mais visitada da Noruega.

Nos primeiros dez anos, os motoristas tiveram que pagar pedágio para dirigir, mas desde 26 de junho de 1999, a estrada é gratuita!

Tem cerca de 8,4 km de extensão e liga a ilha de Averøy ao continente por meio de uma série de pequenas ilhas e ilhotas, sendo o trecho mais cênico entre Bud e a cidade de Kristiansund , ao norte de Molde.

Em 2009 a estrada foi a 9ª atração turística da Noruega, com mais de 258.000  visitantes de maio a agosto.

Há contrates enormes entre uma viagem em um dia ensolarado e tranquilo com uma viagem cheia de ondas em um dia de chuva forte. Mas, em qualquer uma das ocasiões, a experiência na Atlantic Road oferecerá lembranças para toda a vida.

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COMO CHEGAR

A melhor maneira de percorrer a Estrada do Atlântico é de carro e as principais paradas incluem área de estacionamento. Vale a pena.

Eu optei por ir de ônibus. Reservei pelo site (clique aqui) e escolhi o bilhete ida e volta partindo de Molde. Paguei NOK 305.

O ônibus número 501 parte do terminal de ônibus de Molde com destino a Kristiansud.

É uma viagem de ida e volta de 2 horas e pode entrar e sair a vontade durante todo percurso. Segue abaixo os horários dos ônibus.


O percurso de Molde até a estrada demora um pouco, mas as paisagens são fantásticas. Sai de Molde com chuva e cheguei lá com céu mais claro.

PARADAS

Uma das principais paradas é Eldhusoya, uma ilha ao sudoeste de Averoya.  Lá há um prédio com uma arquitetura impressionante, um café, informações turísticas e banheiros. (Estava fechado quando fui).

A trilha  percorre o topo do prédio e é feito por uma passarela  de grades suspensas ao redor da ilha. As vistas são fantásticas

A ponte mais impressionante e mais longa é a Storseinsund, uma maravilha que desafia a gravidade e que parece se enrolar no caminho de Eide para ilha de Averoy. Lá foi lugar de muitos anúncios de carros.

Há também a plataforma de observação de vidro de Askevagen, um pouco mais de 10 km ao norte de Bud que oferece uma vista panorâmica de 360º do arquipélago, oceano e costa.

O trajeto como um todo foi simplesmente fantástico. Eu adorei!! Mas, vou voltar para fazer dirigindo, dizem que é sensacional!

Fonte:
https://en.wikipedia.org/wiki/Atlantic_Ocean_Road

 

 

 

 

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O que fazer em Molde, a pequena cidade na Noruega próxima a Estrada do Atlântico

Molde está localizada há 500 Km de Olso, na parte oeste da Noruega, junto ao Romsdalsfjord. É o centro administrativo do condado de Møre og Romsda e tem cerca de 26.000 habitantes. Continuar lendo

Experiência magnífica no Lysefjord, Pulpit Rock (Preikestolen) & Norway in a Nutshell, na Noruega

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24ª Festa do Imigrante em São Paulo – “Reencontre suas Raízes”

Todo ano o Museu Memorial do Imigrante realiza a Festa do Imigrante, um tradicional evento da cidade de São Paulo,  que reúne o melhor da gastronomia, artesanato e folclores de diversos países.

Segundo os organizadores do evento, o objetivo da festa é colocar o visitante em contato com as diferentes nações que ajudaram a formar a cultura e gastronomia do território paulista.

Em 2019 foi realizada a 24º Festa do Imigrante que teve o tema “Reencontre suas Raízes”. A festa aconteceu nos dias 2, 8 e 9 de junho e contou com 58 expositores de alimentação, 29 de artesanato e 48 grupos artísticos. Eu fui conferir o evento no domingo do dia 09 de junho.

FOLCLORE

Como todo ano, a festa teve apresentações de danças típicas de vários países. Eu assisti várias, mas como me encanto pela cultura escocesa, fui conferir de perto a apresentação do Grupo St. Andrew Society Pipes e Drums. Também assisti o Conjunto Chile Lindo e a Cia de Dança Alegria Cigana (Espanha). Todos com apresentações lindas.

Outra parte legal da festa foram os “Workshops de Dança”. Há diversos ritmos para o público interagir e aprender. No domingo do dia 02 teve o “Bailinho da Madeira”, ministrado pelo Folclore e Etnografia região autônoma da Ilha da Madeira. Mas, no domingo, do dia 09, dia que eu estava presente pude ver 4 workshops, mas dentre eles destaco “Um Grito pela Grécia”, do Grupo Zorbás e Arte da Dança Grega. Achei fantástica, porque adoro

GASTRONOMIA

Além disso, conferi as várias barracas montadas ao longo do pátio do memorial, onde estavam sendo vendidas iguarias deliciosas das diferentes nações. Fiquei com vontade de comer tudo, mas como tinha que escolher um, optei por ir na Barraca da Noruega comer um delicioso sanduíche de salmão defumado, marinado com caviar preto. Estava simplesmente divino.

Mas, gente!!! Olha essa Paella, da Barraca da Espanha. Não deu água na boca?? Realmente tem culinária para todos os gostos.



O Projeto “Sabor Paulista” realizou 18 oficinas durante os três dias do evento. Sem dúvida, as oficinas de culinária é uma ótima pedida para quem se interessa em aprender mais sobre novas receitas. Posso destacar o Bolo Preto (doce) dado por Maria Sardinha (G.F.C Ilha da Madeira).

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Além disso, também teve a parte do Empório, que foi um dos diferenciais do evento de 2018 e que permaneceu em 2019. Ao todo foram 15 expositores que apresentaram seus quitutes, a maior parte deles produzidas artesanalmente. Era possível provar na hora ou levar para casa. Sem dúvida, comprei uma Inca Kola, refrigerante típico do Peru que eu adoro (do expositor El Mercadito Peruano).  Lá também estava o Mercado Viking vendendo o delicioso hidromel, entre outros.

ARTESANATO

Além da oficina culinária, durante os três dias, também tiveram diversas Oficinas de Artesanato. No dia que eu estava lá, além do Bordado da Madeira, ministrado pela Maria Sardinha e Colaboradores, houve também o de Caligrafía Árabe, ministrado por Salim Mhanna, da Palestina.  Eu confesso que não fiquei em nenhum, porque não sou muito boa nisso. Aprendi escrever meu nome em árabe em outra época, poderia ter ido confirmar, mas não fui 😦

Eu como gosto de levar para casa uma pequena lembrança, não pude deixar de visitar a Feira de Artesanato, com os artigos produzidos pelas diversas comunidades de imigrantes.  Tinham várias e eu queria comprar tudo. Vejam só o capricho dessas bonecas da barraca da Lituânia. Trouxe uma meia da Ilha da Madeira (para lembrar um pouco de minhas origens).

O Memorial do Imigrante não fica aberto nesse dia para visitação, mas além do passeio de Maria Fumaça, também pude ver uma exposição com alguns documentos, objetos antigos e fotografias de diversos estrangeiros que imigraram para o Brasil.

Para as crianças, o evento promoveu  um ambiente diferente: o Espaço Faz e Conta. Por meio de contação de histórias, realizadas as 12h00 e as 15h00, nos três dias, as crianças aprenderam mais sobre o tema da imigração.

A festa esse ano também trouxe recursos de acessibilidade (audiodescrição, tradução em libras, além do folder em braille que estavam disponíveis na bilheteria).

DICAS

O preço esse ano foi de R$ 10,00 (meia entrada 5,00). Há também duas filas, uma própria para quem paga meia.

É necessário comprar (em diversos guichês espalhados pelo pátio) um cartão (custa 5,00) onde é possível colocar um valor que você utilizará durante o evento para compras diversas. Nas barracas gastronômicas e de artesanatos só é possível comprar com esse cartão do evento. No final do evento devolvemos esse cartão em um dos guichês, onde há a devolução do 5,00 pré-depositados no início. ** Particularmente achei ruim, pois toda hora tinha que ficar enfrentando uma fila para poder recarregar o cartão, acho mais prático se todos pudessem pagar com cartão de crédito ou débito diretamente nas barracas.

A festa acontece das 10h00 as 17h30. ** Recomendo chegar mais cedo, pois após o almoço quase que é impossível transitar pela área gastronômica.

Não deixem de conferir as próximas festas.

LOCALIZAÇÃO

Memorial do Imigrante
Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca
www.memorialdoimigrante.sp.gov.br
museudaimigracao@museudaimigracao.org.br

Visitando Saqsaywaman, o sítio arqueológico no norte da cidade de Cusco.

Saqsaywaman, é um sítio arqueológico no norte da cidade de Cusco.  Foi construído entre o século XIV e XV e teria sido uma construção de caráter religioso, mas por sua localização (alto de uma colina) foi considerada pelos espanhóis como edificação militar.  Em 1983, Cusco e Sacsayhuamán foram incluídos juntos na Lista de Patrimônio Mundial da UNESCO.
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